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…Pois, como diz o povo, “o tempo voa”! Voa, e de que maneira…
Quando, em Setembro de 1979 dei os primeiros passos pela mão dos Mestres Alves Costa e Leonel Cavaco, estava bem longe de imaginar onde esta paixão me poderia levar.
Nesta carreira, vivida com bastantes “solavancos”, aprendi que, muitas vezes, não adianta seguir por caminhos para os quais não estamos minimamente talhados, em especial aqueles de cariz político.
Após as primeiras provas do final do ano de 1979, e já com os 18 anitos feitos, entrei no ano de 1980. A moda era o Karting. Categorias QB e participantes para dar e vender, com grelhas de fazer inveja a qualquer série ou campeonato dos dias de hoje, mesmo a nível internacional. O kartódromo do Estoril estava na moda, pois o mundial de Karting por lá se tinha realizado, em Setembro de 1979 ganho por um jovem holandês de nome Peter de Koene. A título de curiosidade, lembro, e lembro-me, que por lá passou um tal menino de nome Ayrton Sena da Silva, na altura utilizava um dorsal com o número 15.
Bom, mas voltando ao kartódromo, a sequência de postos era uma coisa assaz curiosa. No posto 1, Alves Costa; na esquerda do Posto 2, Leonel Cavaco; na direita do posto 3, António Gonçalves; na esquerda seguinte, Posto 4, o “tal aprendiz de feiticeiro”, Eduardo Freitas.
Nestas circunstâncias, com 3 “dinossauros” a antecederem-me, foi como se estivesse instalado num camarote, e de 1ª ordem! Eles tinham o trabalho… e eu lá ia aprendendo. |